segunda-feira, 27 de maio de 2013

Primavera... casa nova!




Já dá para espreitar e ter uma ideia do que é.

Ainda está em construção sendo que durante os próximos dias, semanas, os espaços vão ser preenchidos com a respectiva informação.

Este blog foi o processo de Inverno onde germinou 'artesã de estórias' !

O novo sítio é o terreno onde floresce 'artesã de estórias' e onde me encontram nos próximos tempos !

Visitem e contactem!

Grata!

domingo, 3 de março de 2013

22 Inverno

Renasce em mim outra forma de contar estórias, depois de um percurso variado, depois de uma transição, evolução, exploração...

O Monte da Lua na Sintra de Odemira.

O Conto de Wassilissa encontrou a estória de Oliva. 
Mergulhei na Cabana de Yaga, acendi o coração da casa.

Encontrei o Urso, Grande Aviso da Montanha e de Trás dos Montes à Floresta Negra escutei o vento na copa das árvores, contemplei, do alto, o rio.

O povo pequenino revela-se na imaginação das crianças.

As histórias contam o passar dos tempos antepassados pelo caminho das estórias.

E assim revelo por fim de Inverno,  o meu propósito como artesã de estórias e esta é a primeira a florir.

Partilho um cheirinho do que está para vir:


" todas as árvores possuem o seu deva
as árvores mais antigas e vuneráveis podem hospedar muitos outros espirítos

os elfos servem-se de velhas árvores
como fronteiras entre o reino das fadas e o mundo dos humanos

Homenagem ao Inverno, duendes e fadas, o mundo fantástico dos devas elementares "

Marionetas e Edição: Artesã de Estórias

Música : Cantos na Serra da Lua, Tindarím ou o Som das Estrelas




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Nasce uma Estória

Este é o novo espaço, diário gráfico, onde irei partilhar estórias.

Um novo projecto  germina a sua semente.

Artesã de Estórias.

O objectivo é revelar o propósito pessoal de contar estórias através / com os bonecos, as marionetas.

"Com o simbolismo dos seus gestos sumários, com a sua figuração impessoal que representa mais do que reflecte, o boneco atinge uma espécie de síntese que age intensamente sobre a imaginação."
(Piron 1078:9)

A primeira estória honra o Inverno, o tempo de gruta onde se estudam as diversas sementes recolhidas na Festa da Última Colheita.