terça-feira, 17 de março de 2015

Primavera...


21 de Março... e a Marioneta, a Poesia, a Árvore...

... estou em Casa ;) ... Relíquias tem sido a minha Casa nos passados 2 anos e meio... este ano a Primavera floresce aqui... que surpresas nos trazem os seus aromas? Que histórias contam as flores? ... a ver o que o que acontece ;)

Vai ser, certamente um dia cheio de Alegria, esperemos que o Sol brilhe ;)



... e estão a nascer Colheres de Pau ;)



terça-feira, 3 de março de 2015

Tempo d'Aldeia, 27 Fevereiro, Biblioteca de Ourique



“ Esta podia ser uma aldeia como todas as outras, mas não existe nenhuma aldeia igual a todas as outras. Cada terra tem o seu nome, a sua história, a sua riqueza, o seu povo... Ó D’aldeia! Há os que são da terra e há os novos que vêm de fora, uns passam e outros ficam. A vida ainda corre por estes lados, mas custa, porque tudo é longe e leva tempo... os galos cantam, os gatos miam, os cães ladram, a caravana passa, a coruja canta ao luar, quando calha lá se monta o baile e o coração bate na alegria de encontrar o que se procura. É o tempo d´aldeia que se encontra nas histórias que giram à nossa volta. Ainda assim, vamos à vida hoje como fomos ontem e iremos amanha, a semear para colher, a semear para colher... “

























Tempo d’Aldeia nasce de um processo de transição - da cidade para a aldeia onde se encontram marionetas criadas à lareira, numa casa típica d’aldeia, num dia a dia comum onde há vagar para ouvir as histórias dos ancestrais, entender o seu modo de vida e partilhar as histórias dos novos rurais à procura de uma forma de vida ligada à natureza.

A história foi inspirada pelo movimento de transição que nos traz da cidade para o meio rural, pelo escutar das histórias antigas e sonhos do amanha, pelo trabalho “Oliva” - pintura mural a fresco realizada pelo Centro de Convergência em projecto SVE - Serviço Voluntário Europeu no Lavadouro da Aldeia das Amoreiras, pelo convívio entre os locais, novos rurais, visitantes e voluntários oriundos dos mais diversos cantos do país e mundo que pela Aldeia das Amoreiras passaram e passam, criando laços de amizade e amor com os anciãos, jovens, a própria terra e sentimento d’aldeia.

Surge nas experiências do trabalho agrícola, entendendo de onde surge o cantar tão rico e expressivo que a Liga dos Amigos das Minas de São Domingos e anos antes Michel Giacometti, tão bem recolheram e salvaram.

No sentido de continuar o caminho de transição, promover o desenvolvimento rural e valorizar o trabalho voluntário - Tempo d’ Aldeia - Teatro de Bonecos torna-se uma ferramenta de entretimento lúdico na Cultura Popular onde a história se funde no cante e aproxima o público da essência rural e do seu valor para a humanidade em período de transição.

Neste espectáculo os mais jovens valorizam o tradicional e popular, os idosos, especialmente os do Alentejo, recordam-se em muitas situações com notável emoção e aqueles que percorrem o caminho reconhecem a sensação de chegar de viagem e serem acolhidos na fraternidade típica das aldeias.
Em geral, o público recorda que existem aldeias, que existe o trabalho voluntário, que existe a simplicidade das coisas e que o mundo, formas de estar na vida, estão em transição e cada vez mais se ouvirá falar do voluntariado, da troca de serviços e do regresso às aldeias.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Tempo d'Aldeia




Tempo d'Aldeia

 Teatro de Marionetas ou Bonecos para Sexta - Feira 

27 de Fevereiro 

para o Pré-Escolar e Santa Casa da Misericórdia às 10h e 14h

 Biblioteca de Ourique, Municipio de Ourique

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Fevereiro * As Marionetas sao filhas do sonho* e Tempo dAldeia

 Fevereiro comeca com a exposicao *As Marionetas sao Filhas do Sonho* patente na Biblioteca Municipal de Ourique.

 

2 a 27 de Fevereiro 2015
 
 
27 de Fevereiro
 
Tempo dAldeia
 
 
Auditorio da Biblioteca para escolas.
 


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Janeiro... é Inverno!



"É Inverno, está tão escuro e frio ...
Nunca uma noite tão longa se viu ...
Tudo se cala, a porta se cerra ...
Ninguém mais fala do que a noite encerra ...
As flores murcharam
Aves emigraram
E tudo dorme à face da Terra ...

E é então
Que debaixo do chão
Entre as raízes e a confusão
Algo desperta
Há gnomos alerta
Iluminando toda a escuridão

E devagar
E pé ante pé
Descem os gnomos
Pela chaminé
E sem ruído
Falam ao ouvido
Quando dormimos
Sem nos acordar

E contam histórias
Que fazem sonhar
Nos sonhos entram
Ficam a brilhar
Dão-nos presentes
Sonhos transparentes
Sonhos de luz
Para nos guiar ...

Chegou a altura
de irmos à procura
de uma outra luz que ilumine mais fundo ...

E brilha enfim
um Sol dentro de mim
O mesmo Sol que ilumina o mundo ..."

Luísa Barreto in "Pelo caminho das fadas"





quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Contos para Dezembro... Mercado, Bazar e Feira de Natal


6 Dezembro, 15h Escolinha - Aldeia das Amoreiras
13 Dezembro, 16h Sociedade Recreativa S. Teotoniense
20 Dezembro, 15h Oficina dos Sentidos, Odemira












Dezembro e o Espírito de Natal



Dezembro

É como na infância, quando ia à mata com o meu pai e mãe, buscar o pinheiro e o musgo para o presépio... e o quanto me chateava não puder depois brincar com as figuras... gostava tanto das ovelhas, e do pastor, dos reis nos camelos, o burro....  tantos os personagens que contam as histórias de Dezembro, e do  Espírito do Natal...

Com mais uma história divertida... começa Dezembro e revivemos o Espírito de Natal!